1 segundo. 2 segundos. 3 segundos...
1 minuto. 3 minutos. 5 minutos...
Podem achar estranho eu estar para aqui a contar o tempo a passar, mas não tenho nada melhor para fazer. Estou na escola da minha mãe. E vou estar durante a próxima hora, portanto se calhar até era melhor parar de contar o tempo. Mas o meu telemóvel está quase, quase sem bateria e eu quero mesmo muito ir para a biblioteca que está quentinha, em vez de estar aqui sentada num banco frio, mas está cheia, cheia de demasiada gente que eu não conheço. E honestamente? Isso mete-me medo. Não é medo daquele tipo "Meu Deus, que medo, vou morrer agora, só pode..." ou medo tipo à filme de terror. Mas sinto-me um bocado desprotegida de ir ali para o meio da gente toda.
E é tudo. Vou só ali ver se consigo sobreviver durante a próxima hora...
PS.: já alguém foi àquele café chamado Jeronimo? É que, a sério, eu estou a ficar obcecada com aquilo! Bem, tirando o cheiro a tabaco....
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
This Scares Me... This Scares Me a Lot
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Just a Random Text
Porque todos vamos ser "velhos" um dia. Vamos olhar para hoje, mas não vai ser um "hoje", nem um "ontem": vai ser um "antigamente...". Os nossos amigos não vão ser os mesmos, a nossa família estará diferente e o mundo vai estar mudado. E nós vamos olhar para trás, talvez com divertimento, ou talvez não, mas de certeza com saudade. Vamos pensar nas conversas "parvas" com os amigos, nos momentos perdidos, nos momentos achados. Vamos pensar em tudo e em nada. Vamos arrepender-nos daquilo que nunca chegámos a dizer, daquilo que ficou preso na nossa cabeça durante semanas e semanas, daquilo que tivemos medo de fazer. Vamos pensar nos nossos amigos, naqueles que iam ser os nossos "melhores amigos para sempre", e com quem deixamos de falar há tantos anos atrás. E os nossos sonhos? Alguns talvez tenham sido realizados, mas grande parte vão ser esquecidos, deitados ao mar, enterrados bem no fundo do nosso coração.
Até posso estar a ser nostálgica demais, mas acho que a vida passa depressa demais, e nós andamos todos apressados, como se o momento em si não pudesse ser apreciado. E isso é de loucos, porque todos os momentos bons vão deixar saudades, mas não é por isso que não podem ser vividos...
sábado, 15 de agosto de 2015
Be who you are: that's enough
Passei demasiado tempo da minha vida a preocupar-me com o que os outros pensam de mim. O que é interessa? Eu gosto daquilo que gostar, quer os outros me julguem por isso ou não. Então, para quê preocupar-me com opiniões de pessoas que não me interessam, que nada têm a ver com aquilo que eu decido ou deixo de decidir? Opiniões que não vão mudar o meu gosto, preferências ou nada em mim. É escusado. Se as pessoas não me querem aceitar por aquilo que eu sou, independentemente da minha maneira de ser, o problema é delas, certo? No entanto, demorei tempo a perceber isso, como pessoa insegura que sou. Há imensas coisas em que não me importo se alguém não concordar ou me julgar, mas há outras em que parece que a opinião dos outros é mais importante que a minha. Credo. A "sociedade" põe demasiada pressão nas pessoas para seguirem certos modelos. E a sociedade somos nós. Não me posso queixar, porque também já julguei pessoas. A mentalidade de muita gente é assim: quadrada. E se há quem se esforce para mudar, também há quem se esteja nas tintas, fechado na sua caixinha opaca, que não deixa passar nada sem ser o que já lá está dentro (isto é uma metáfora, obviamente). Alguém tem de começar a mudar mentalidades, o trabalho não pode ser deixado para os outros, aqueles que não se importam, que vivem no seu mundo cor de rosa, no qual são perfeitos e todos deviam ser assim.
Cada pessoa pode ser quem quiser, como quiser, gostar do que gostar. Sem ter de se explicar. Sem ter de ter medo de ser quem é. Sem achar que tem de prestar justificações a quem quer que seja.
É pronto, estava a precisar de desabafar. Só queria agradecer por lerem o meu blogue e obrigada àqueles que tiveram paciência suficiente para ler isto tudo até ao fim.
Bjs
domingo, 5 de julho de 2015
Hallelujah!
Sabem do que é que eu preciso? Duma maratona do Harry Potter. (Se por um momento acharam que eu queria ir correr, estavam enganados. Isso não vai acontecer.)
Mas agora o Wareztuga acabou, por isso tenho de ver com legendas em brasileiro (ou sem legendas, mas o Ron fala depressa de mais...).
quarta-feira, 10 de junho de 2015
They're people, not monsters
Como cresci a ver o Glee, sempre senti que devia apoiar os gays em vez dos excluir. São pessoas. São humanos. Têm sentimentos. E, além disso, quem somos nós para julgar quem quer que seja?
Acho que as pessoas deviam unir-se para apoiar e não para julgar. Se não concordam, fiquem mas é calados porque, há uns anos, havia quem não concordasse que as mulheres deviam ter os mesmos direitos dos homens e, hoje em dia, a maior parte das pessoas sensatas percebe que as mulheres são tão humanas como os homens.
Irrita-me tanto que as pessoas usam GAY como insulto. É o que eu digo aos rapazes da minha turma (e a quem tiver de ser): porque é que ser gay é uma coisa má? Até percebo que não se sintam tão à vontade, mas daí a odiar os homossexuais vai um GRANDE (ENORME, GIGANTESCO, ABSURDO) passo.
Espero que daqui a uns anos (por mim até podia ser hoje, mas há quem ainda tenha uma mentalidade pré-histórica...) o mundo seja um lugar melhor, com menos (ou nenhuma) discriminação.
Mas não se pode esperar pelos outros, cada pessoa tem de perceber que nisto da orientação sexual não há certo ou errado...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
...
sábado, 25 de outubro de 2014
Hi!, I'm back.
Aquilo do Nameless continua... Às vezes olho para ele e ele está (ou parece que está) a olhar para mim... Mas depois eu desvio o olhar e ele também, por isso continuo sem perceber nada. :(




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